SOBRE

Não tem como negar toda a crise que hoje a Igreja vive. A maior evidência para deduzir tal coisa é paradoxalmente uma visível ausência de fé. Não apenas dos autoproclamados fiéis, mas mesmo daqueles que hoje ocupam os mais altos cargos da hierarquia. Hoje, dos anônimos que sentam discretamente nos bancos dos fundos de suas capelas paroquiais até os mais altos cargos eclesiásticos da Santa Sé, ninguém parece mais guardar a fé católica. E tudo isso tem uma raiz. Essa raiz está no mais trágico evento da história humana, que foi o chamado Concílio Vaticano II, o qual seria melhor chamado Conciliábulo do Vaticano, uma vez que não foi convocado por um legítimo papa, senão que por um impostor chamado Ângelo Roncalli, que adotou o nome de João XXIII.

Seguindo única e exclusivamente o patrimônio acumulado do depósito da fé e dos ensinamentos do Magistério da Igreja Católica, que ensinou ao longo de em torno de mil e novecentos anos, e sabendo que apenas aqueles que professam integralmente a fé católica podem exercer o cargo de docens in Ecclesiae, e sabendo que diante de uma legítima autoridade devemos a absoluta submissão e docilidade, rejeitamos toda a hierarquia modernista que aceitou os heréticos e perniciosos documentos do Conciliábulo do Vaticano. O que significa que não temos absolutamente nada que ver com ninguém ligado ao movimento “reconhecer e resistir”, nem com os “bentoplenistas” (que julgam Francisco um falso papa, mas que julgam que Bento XVI seja o verdadeiro) e nem com os conclavistas. Simplesmente reconhecemos que estamos numa situação em que a Igreja Católica Apostólica Romana hoje se encontra sem sua cabeça visível e com o Papado vacante, pois tudo indica, ao que parece, que se cumpriu a profecia do Profeta Zacarias: “Fere o pastor, que as ovelhas sejam dispersas” (XIII, 7).

Esse espaço usarei para, na medida do possível e dentro das minhas limitações, difundir o pensamento católico. Sem novidades, sem inovações, apenas o catolicismo professado pelos nossos pais, nossos antigos pastores e os que os legítimos pastores professam e sempre professara e professarão até o fim do mundo.

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