A SUMA REFUTAÇÃO À GNOSE ESPÚRIA, 1909 | por Pe. JOHN PETER ARENDZEN e outros autores

O único método de combate possível,
mas também suficiente por si só,
para assegurar a vitória no conflito
(Rev. Pe. J. P. Arendzen)

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Excertos do verbete “Gnosticism” da Catholic Encyclopedia original [vol. VI (1909) p. 592-602], pelo Rev. Pe. João Pedro ARENDZEN (1873-1954), acrescidos de trechos pertinentes dos verbetes a que o autor se refere:

• “Hegesippus, Saint” [VI (1910) 194-195] e 

• “Tertullian” [XIV (1912) 520-525],
por Dom João CHAPMAN, O.S.B. (1865-1933); e 

• “Irenaeus, Saint” [VIII (1910) 130-131],
pelo Rev. Pe. Alberto PONCELET, S.J. (1861-1912), 

completado este último por duas breves citações,
uma de Dom Paulo NAU, O.S.B. (1901-1984),
outra do Papa LEÃO XIII (1810-1878-1903), loci cit. infra.

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CONCLUSÃO.

REFUTAÇÃO DO GNOSTICISMO.

[Os Apóstolos.]
[Santo Hegésipo.]
[Santo Ireneu de Lião.]
[O primeiro Tertuliano.]

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« CONCLUSÃO. — A tentativa de pintar o gnosticismo como um movimento poderoso da mente humana rumo à verdade mais nobre e alta, um movimento de algum modo paralelo ao do Cristianismo, fracassou completamente. Foi abandonada pelos estudiosos recentes não tendenciosos… O gnosticismo não foi um avanço, foi retrocesso…

Tentou fazer, para o Oriente, o que o neoplatonismo tentou fazer para o Ocidente. Durante ao menos dois séculos, foi um verdadeiro perigo para o Cristianismo, embora não tão grande quanto alguns escritores modernos quereriam fazer-nos crer, como se um fio de cabelo pudesse ter mudado os destinos do cristianismo [para] gnóstico, em oposição a ortodoxo. Coisas semelhantes foram ditas do mitraísmo e do neoplatonismo, em contraposição à religião de Jesus Cristo. Mas tais afirmações têm mais de picantes que de verdade objetiva.

O Cristianismo sobreviveu, não o gnosticismo… e nenhuma quantidade da literatura teosofística que inunda os mercados…poderá dar vida ao que pereceu por defeitos intrínsecos, essenciais.

É notabilíssimo que os dois primeiros campeões do Cristianismo contra o gnosticismo — os santos Hegésipo e Ireneu — tenham exposto tão claramente o único método de combate possível, mas que também bastava por si só, para assegurar a vitória no conflito, um método que, poucos anos depois, Tertuliano explicou cientificamente em seu De Praescriptione haereticorum.

Tanto Hegésipo quanto Ireneu provaram que as doutrinas gnósticas não pertenciam àquele depósito da fé que era ensinado pela verdadeira sucessão dos bispos nas principais sés da Cristandade; os dois fizeram, como conclusão triunfante, uma lista dos bispos de Roma, desde Pedro até o Bispo de Roma do tempo deles; como o gnosticismo não era ensinado por aquela Igreja, com a qual os cristãos de toda parte estão obrigados a concordar, ficava autocondenado. » (ARENDZEN, VI, 602).

* * *

« REFUTAÇÃO DO GNOSTICISMO. — Desde o início, o gnosticismo topou com a determinadíssima oposição da Igreja Católica.

[Os Apóstolos]

As últimas palavras do velho São Paulo, na sua Primeira Epístola a Timóteo, são geralmente consideradas referentes ao gnosticismo, descrito como “profanas novidades de palavras e oposições de conhecimento falsamente dito [antitheseis tes pseudonymou gnoseos — as antíteses da pretensa Gnose] que alguns, por professarem, erraram no tocante à fé.”

Muito provavelmente o uso que São Paulo faz de termos como pleroma, o éon deste mundo, o archon do poder do ar, em Efésios e Colossenses, foi sugerido pelo abuso desses termos por parte dos gnósticos.

Outras alusões ao gnosticismo no Novo Testamento são possíveis… tais como: Tit., iii, 9; I Tim., iv, 3; I João, iv, 1-3. » (ARENDZEN, VI, 601).

[Santo Hegésipo]

« Hegésipo, um palestino, viajou passando por Corinto até Roma, onde chegou durante o reinado do Papa Aniceto (155-166), a fim de determinar qual a reta fé ortodoxa derivada da Tradição Apostólica. Ele encontrou muitos bispos no caminho, que ensinavam todos a mesma fé, e em Roma ele fez uma lista dos Papas, de Pedro até Aniceto. Em seguida, ele escreveu cinco livros de Memórias (Hypomnemata) “em estilo muito simples, dando a verdadeira tradição da doutrina Apostólica”, tornando-se “um campeão da verdade contra as heresias sem Deus” (Eusébio, História Eclesiástica, IV, vii sqq., xxi sqq.). Dessa obra, apenas poucos fragmentos permanecem, e estes, antes históricos que teológicos. » (ARENDZEN, VI, 601).

« Hegésipo, Santo (Martirológio Romano, 7 de abril), escritor do século II, conhecido de nós quase exclusivamente a partir de Eusébio, que nos informa que ele escreveu, em cinco livros no estilo mais singelo, a verdadeira tradição da pregação Apostólica. A obra dele intitulava-se hypomnemata (Memórias) e foi escrita contra as novas heresias dos gnósticos e de Marcião. Ele fazia apelo principalmente à tradição tal como expressada no ensinamento que havia sido transmitido nas Igrejas através da sucessão dos bispos. […]

Ele parece ter pertencido a alguma parte do Oriente, possivelmente a Palestina. Ele saiu em jornada até Corinto e Roma, no trajeto das quais encontrou muitos bispos e ouviu de todos eles a mesma doutrina. Diz ele: “E a Igreja dos coríntios permaneceu na verdadeira palavra até Primus ser bispo em Corinto; conheci-o em minha viagem até Roma e permaneci com os coríntios por muitos dias, nos quais fomos revigorados com a verdadeira palavra. E, quando estive em Roma, fiz uma sucessão até Aniceto, cujo diácono era Eleutério. E Sóter sucede Aniceto, depois do qual Eleutério. E em cada sucessão e em cada cidade, tudo é segundo as disposições da Lei e dos Profetas e do Senhor” (Euseb., IV, 22).

Muitas tentativas foram feitas visando mostrar que diadochen epoiesamen, “eu fiz para mim uma sucessão”, não seja claro e não possa significar “eu fiz para mim uma lista da sucessão dos bispos de Roma”. Uma emenda conjectural feita por Halloix e Savile, diatriben epoiesamen, se baseia na versão feita por Rufino (permansi inibi) e foi aceita por Harnack, McGiffert e Zahn. Mas a leitura apresentada não faz sentido algum: “E, estando em Roma, eu fiz uma estadia ali até Aniceto.” Ele chegou quando? E o que “até Aniceto” quer dizer? Eusébio não pode ter lido isso, pois diz que Hegésipo chegou a Roma sob Aniceto e ficou até Eleutério.

Os melhores estudiosos aceitaram o texto do manuscrito sem dificuldades, dentre os quais Lipsius, Lightfoot, Renan, Duchesne, Weizsacker, Salmon, Caspari, Funk, Turner, Bardenhewer. Aliás, diadoche tinha na época um sentido técnico que é precisamente encontrado na sentença seguinte, onde “em cada sucessão e em cada cidade” pode ser parafraseado como “em cada lista de bispos em cada cidade”, o argumento sendo aquele de Sto. Ireneu (Adv. Haer., III, 3): “Nós somos capazes de enumerar os que foram feitos bispos nas Igrejas pelos Apóstolos, e as sucessões deles até o nosso tempo, e não ensinaram nem conheceram nada parecido com os sonhos descabelados desses hereges.”

A adição de Sóter e de Eleutério é intencionada pelo escritor a fim de atualizar seu catálogo original. » (CHAPMAN, VII, 194-195)

[Santo Ireneu de Lião]

« Sto. Ireneu (Adv. Haer., I, xv, 6) e Sto. Epifânio (xxxiv, 11) citam um breve poema, contra os valentinianos orientais e o bruxo Marcus, por um autor “de idade avançada” mas desconhecido; e Zaqueu, Bispo de Cesareia, é dito ter escrito contra os valentinianos e especialmente contra Ptolomeu.

Incomparavelmente da maior importância é a grande obra antignóstica de Sto. Ireneu, “elenchos kai anatrope tes pseudonymou gnoseos”, chamada usualmente de “Adversus Haereses”. Consiste de cinco livros, evidentemente não escritos de uma só vez; os três primeiros são de cerca do ano 180; os dois últimos, de aproximadamente doze anos depois. A maior parte do primeiro livro chegou até nós no original grego, o restante numa antiquíssima tradução, ansiosamente literal, para o latim, e alguns fragmentos em siríaco.

Sto. Ireneu conhecia os gnósticos por conversar pessoalmente com eles e possuir os escritos deles próprios, e apresenta descrições minuciosas dos sistemas deles, principalmente dos valentinianos e dos barbelo-gnósticos. Um bom teste de como Sto. Ireneu empregou suas fontes gnósticas pode ser feito comparando-se o recém-descoberto “Evangelium Mariae” com Adv. Haer., I, xxix. Numerosas tentativas de desacreditar Ireneu como testemunha provaram-se fracassadas. (ver o verbete “IRENAEUS, Saint”). » (ARENDZEN, VI, 601).

« Santo Irineu escreveu em grego muitas obras que lhe asseguraram um posto excepcional na literatura cristã, pois em questões religiosas controvertidas de capital importância elas mostram o testemunho de um contemporâneo da época heroica da Igreja, de alguém que escutou São Policarpo, discípulo de São João, e que de certa maneira pertenceu à Era Apostólica. […]

Na refutação dos sistemas heterodoxos, Irineu frequentemente contrapõe-lhes a verdadeira doutrina da Igreja e, desse modo, fornece provas positivas e antiquíssimas de enorme importância. Basta mencionar as passagens, tão frequentemente e plenamente comentadas pelos teólogos e polemistas, referentes à origem do Evangelho segundo São João, à Santa Eucaristia e ao primado da Igreja Romana.

De uma segunda obra, escrita depois do “Adversus Haereses”, uma antiga tradução literal em língua armênia foi descoberta recentemente. Trata-se da “Prova da Pregação Apostólica”. O objetivo do autor aqui não é refutar hereges, mas confirmar os fiéis mediante a exposição da doutrina cristã a eles e, notavelmente, pela demonstração da verdade do Evangelho por meio das profecias do Antigo Testamento. Se bem que fundamentalmente não contenha, por assim dizer, nada que já não tenha sido exposto em “Adversus Haereses”, é um documento sumamente interessante e um magnífico testemunho da fé profunda e viva de Irineu. » (PONCELET, VIII, 130-131).

« Num capítulo célebre do Contra Haereses [Livro III, 3, 2], Santo Irineu busca o critério que permita distinguir das doutrinas heréticas aquela que deve reter a fé do verdadeiro fiel, trazendo-lhe sem desvio o próprio ensinamento dos Apóstolos. A regra da fé, responde ele, é o ensinamento atual dos bispos que uma sucessão legítima nas sés apostólicas conecta sem descontinuidade aos discípulos imediatos de Cristo. É a esta legítima sucessão que está ligado o carisma da fiel transmissão do depósito revelado. E como uma investigação dessas, nota o Bispo de Lião, não deixaria de ser longa e mesmo impossível para muitos, se fosse preciso remeter-se a todas as sés que reivindicam origem apostólica, ela pode, por graça de Deus, ser simplificada consideravelmente. Reduzida a uma única sé, àquela porém que se gloria da sucessão do Príncipe dos Apóstolos, ela apresenta ainda as mesmas garantias. Graças ao seu potentiorem principalitatem [‘mais poderoso primado’],[1] a Igreja de Roma pode responder, por si só, pela fé da Igreja inteira.[2] [A propósito,] esse texto de Santo Ireneu foi, sobretudo nos últimos anos, objeto de numerosos e doutos comentários[3]. »

[1. Sobre o sentido que se deve dar a essa expressão, ver H. HOLSTEIN, « Propter potentiorem principalitatem » (Saint IrénéeAdversus HaeresesIII3, 2), em: RSRXXXVI, 1949, pp. 122 ss.
2. Cf. ibid.; esse papel da Igreja romana fora reconhecido pelos próprios galicanos: “É privilégio da Igreja romana, privilégio que nenhuma outra igreja particular possui, poder, por si só, representar a Igreja universal”, dizia Pedro de Ailly, citado por A.-G. MARTIMORT, Le Gallicanisme de Bossuet, Paris, 1933, p. 29.
3. Além do artigo de H. Holstein que acaba de ser citado, pode-se ver: R. JACQUIN, Le témoignage de saint Irénée sur l’Église de Rome (O testemunho de Santo Ireneu sobre a Igreja de Roma), em: L’Année Théologique IX, 1948, pp. 95 ss.; C. MOHRMANN, À propos de Irenaeus, Adv. Haer. 3, 3, 1, em: Vigiliae Christianae III, 1949, pp. 47 ss.; R. JACQUIN, Comment comprendre « Ab his qui sunt undique » dans le texte de saint Irénée sur l’Église de Rome? (Como entender Ab his qui sunt undique no texto de Santo Ireneu sobre a Igreja de Roma?), RevSR XXIV, 1950, pp. 72 ss.; F. SAGNARD, OP, Irénée de Lyon, Contre les Hérésies, Livre III, « Sources Chrétiennes» 34, Paris-Lyon, 1952.]
(Dom Paul NAU, O.S.B., O MAGISTÉRIO PONTIFÍCIO ORDINÁRIO, LUGAR TEOLÓGICO. Ensaio sobre a autoridade dos ensinamentos do Soberano Pontífice, Solesmes, 1956, p. 391-392 e notas).

« Também não menor glória adquiriu para si, na defesa da mesma causa, Ireneu, mártir invicto, Pontífice da Igreja de Lyon, o qual, tendo valorosamente refutado as perversas opiniões dos orientais, disseminadas por obra dos gnósticos pelos confins do Império Romano, “explicou as origens de cada uma das heresias (segundo afirma S. Jerônimo, Epist. ad Magn.) e de que fontes filosóficas [as heresias] emanavam”. »
[Neque minorem in eadem caussa gloriam adeptus est Irenaeus martyr invictus, Ecclesiae Lugdunensis Pontifex: qui cum strenue refutaret perversas orientalium opiniones, Gnosticorum opera per fines romani imperii disseminatas, origines haereseon singularum (auctore Hieronymo), et ex quibus philosophorum fontibus emanarint… explicavit (Epist. ad Magn.).]
(Papa LEÃO XIII, Encíclica Aeterni Patris sobre a restauração da Filosofia Cristã, 4 de agosto de 1879.).

[O primeiro Tertuliano]

« O maior controversista antignóstico dos inícios da Igreja Cristã é Tertuliano (*160), que praticamente dedicou a vida a combater essa horrenda soma de todas as heresias. Só precisamos mencionar os títulos de suas obras antignósticas: “De Praescriptione haereticorum”; “Adversus Marcionem”; um livro “Adversus Valentinianos”; “Scorpiace”; “De Carne Christi”; “De Resurrectione Carnis”; e finalmente “Adversus Praxeam”. » (ARENDZEN, VI, 601).

« Em torno do ano 200 d.C., Tertuliano atacou a heresia num tratado ainda mais brilhante que o Apologeticus e que, diferentemente deste, é não só para o tempo dele, mas para todos os tempos. Chama-se “Liber de praescriptione haereticorum”.

Prescrição, hoje, significa o direito a alguma coisa obtido por uso prolongado. No Direito Romano, a significação era mais ampla: significava atalhar uma questão pela recusa de escutar os argumentos do adversário, fundando-se num ponto anterior que forçosamente tira o tapete de baixo dos pés dele. Assim é que Tertuliano lida com as heresias: é inútil ouvir os argumentos delas ou refutá-los, pois temos uma série de provas antecedentes de que elas não podem merecer audiência.

As heresias – começa ele – não devem nos espantar, porque foram profetizadas. Os hereges alegam o texto “Buscai e encontrareis”, mas assim não foi dito aos cristãos; nós temos uma regra da fé a ser aceita sem questionar. “Que a curiosidade dê lugar à fé, e a vanglória abra espaço para a salvação”, Tertuliano parodia uma sentença de Cícero. Os hereges tiram argumentos da Escritura; mas, em primeiro lugar, somos proibidos de ter parte com um herege após advertência lhe ter sido dada, e, segundo, a disputa só resulta em blasfêmia de um lado e indignação do outro, enquanto que o ouvinte vai embora mais confuso do que veio.

A verdadeira questão é: “A quem a Fé pertence? As Escrituras são de quem? De quem, por quem, quando e para quem foi entregue a disciplina pela qual somos Cristãos? A resposta é simples: Cristo enviou Seus apóstolos, que fundaram igrejas em cada cidade, das quais outras receberam a tradição da Fé e o germe da doutrina, e diariamente recebem, para se tornarem igrejas; destarte são também Apostólicas, por serem rebentos das igrejas Apostólicas. Todas elas formam aquela Igreja una que os Apóstolos fundaram, enquanto a paz e a intercomunhão forem observadas [dum est illis communicatio pacis et appellatio fraternitatis et contesseratio hospitalitatis]. Portanto, o testemunho da verdade é este: Nós comungarmos com as Igrejas apostólicas”.

Os hereges responderão que os Apóstolos não conheciam toda a verdade. Podia alguma coisa ser desconhecida de Pedro, que foi chamado a rocha sobre a qual a Igreja seria construída? Ou de João, que repousou sobre o lado do Senhor? Todavia dirão eles [os hereges] que as igrejas [apostólicas] erraram. Algumas erraram, de fato, e foram corrigidas pelo Apóstolo; se bem que, para outras, ele só tivesse louvores. “Mas, admitindo-se que todas tenham errado: porventura é crível que todas essas grandes igrejas pudessem ter se desviado para a mesma fé?” Admitindo-se esse absurdo, então todos os batismos, os dons espirituais, os milagres, os martírios, foram em vão, até que Marcião ou Valentino aparecessem finalmente! A verdade seria mais jovem que o erro; pois os dois heresiarcas são de ontem, e ainda eram católicos em Roma [antes de passarem a ensinar a heresia]. Em todo caso, as heresias são no máximo novidades, e não têm continuidade com o ensinamento de Cristo.

Talvez alguns hereges venham a alegar antiguidade Apostólica; nós respondemos: Que publiquem as origens de suas igrejas e desdobrem o catálogo dos seus bispos até hoje desde os Apóstolos ou a partir de algum bispo nomeado pelos Apóstolos, como os esmirnenses contam a partir de Policarpo e João, e os romanos, desde Clemente e Pedro; que os hereges inventem alguma coisa para igualar isso. Ora, os erros deles foram denunciados pelos Apóstolos faz muito tempo. » (CHAPMAN, XIV, 522).

Trad. por Felipe Coelho, de The [original] Catholic Encyclopedia (excertos), A Suma Refutação à Gnose Espúria, 1910.

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