A VIDA INTERIOR E O DIÁLOGO ÍNTIMO COM DEUS, 1938 | por Pe. RÉGINALD GARRIGOU-LAGRANGE, O.P.

Nostra conversatio in coelis est.

A nossa conversação está no céu. (Fl 3,20)

A vida interior, como dizíamos, supõe o estado de graça, que é o germe da vida da eternidade. Contudo, o estado de graça, que existe em toda criança após o batismo e em todo penitente após a absolvição de suas faltas, não basta para constituir aquilo que geralmente chamamos a vida interior do cristão. É preciso, além disso, uma luta contra o que poderia fazê-lo recair no pecado e uma séria determinação da alma de tender para Deus.

Por esse ponto de vista, para que se possa entender o que deve ser a vida interior, convém compará-la com o diálogo íntimo que cada um de nós tem consigo mesmo. Sob a influência da graça, quando se é fiel, essa conversa íntima tende a elevar-se e a transformar-se, tornando-se um diálogo com Deus. Essa é uma observação elementar; mas as verdades mais vitais e mais profundas são verdades elementares nas quais muito já se pensou e das quais se viveu, e que acabam por tornar-se objeto de contemplação quase contínua.

Consideremos sucessivamente essas duas formas de diálogo íntimo, uma delas humana, e a outra cada vez mais divina ou sobrenatural.

O diálogo de cada um consigo mesmo

Logo que o homem deixa de se ocupar exteriormente, de falar com seus semelhantes, logo que se vê sozinho, mesmo em meio ao barulho das ruas de uma grande cidade, ele começa a entreter-se consigo mesmo. Se é jovem, pensa frequentemente em seu futuro; se é velho, pensa no passado, e sua experiência de vida feliz ou infeliz o leva geralmente a julgar de forma bem diferente as pessoas e os acontecimentos.

Se o homem se mantém fundamentalmente egoísta, a sua conversa íntima consigo mesmo é inspirada pela sensualidade ou pelo orgulho; ele pensa no objeto de sua cupidez, de seu desejo, e como, dessa forma, só encontra em si mesmo tristeza e morte, procura então fugir de si mesmo, exteriorizar-se, divertir-se para esquecer o vazio e a falta de sentido de sua vida.

Nessa conversa íntima do egoísta consigo mesmo há um tipo de conhecimento de si mesmo muito inferior, e um amor a si mesmo não menos inferior. Ele conhece sobretudo a parte sensitiva de sua alma, aquela que é comum ao homem e ao animal; ele tem, assim, alegrias sensíveis ou tristezas sensíveis, conforme em sua vida faça bom tempo ou mau tempo, ou ele ganhe ou perca dinheiro; ele tem desejos e aversões do mesmo tipo, e, quando contrariado, tem impaciências e cóleras inspiradas pelo amor desordenado a si mesmo.

Mas o egoísta conhece muito pouco a parte espiritual de sua alma, aquela que é comum ao anjo e ao homem. Mesmo que creia na espiritualidade da alma e das faculdades superiores – inteligência e vontade –, ele não vive nessa ordem espiritual. Não conhece experimentalmente, por assim dizer, essa parte superior de sua alma, e não a ama o bastante. Se a conhecesse, ele aí encontraria a imagem de Deus e começaria a amar-se, não de forma egoísta, para si mesmo, mas para Deus.

Quase sempre, seus pensamentos recaem sobre o que há nele de inferior; e, mesmo que muitas vezes demonstre uma grande inteligência, uma grande habilidade que chega a esperteza e à astúcia, a inteligência nele, ao invés de elevar-se, inclina-se sempre em direção ao que é inferior a ela. Ela é feita para contemplar Deus, verdade suprema, e, no entanto, demora-se frequentemente no erro, obstinando-se às vezes em defendê-lo por todos os meios. Quando a vida não está à altura do pensamento, disse alguém, o pensamento acaba por descer ao nível da vida. Tudo se abaixa, e as elevadas convicções que porventura se pudesse ter enfraquecem-se cada vez mais!

A conversa íntima do egoísta consigo mesmo leva, assim, à morte, e, portanto, não é uma vida interior. Seu amor a si mesmo o leva a desejar ser o centro de tudo, a conquistar tudo para si, as pessoas e as coisas; e, como isso é impossível, desemboca com frequência no desencantamento e no desgosto; torna-se insuportável a si mesmo e aos outros, e acaba por odiar a si mesmo por ter querido amar-se demais; por vezes, acaba por odiar a vida por ter desejado demasiadamente o que nela há de inferior.1

[1. Cf. SÃO TOMAS, Ila Ilae, q. 25, a. 7: Utrum peccatores seipsos diligant. “Mali non recte cognoscentes seipsos, non vere diligunt seipsos; sed diligunt id quod seipsos esse reputant:. Boni autem vere cognoscentes seipsos, vere seipsos diligunt… quantum ad interiorem hominem… et delectabiliter ad cor proprium redeun… E contrario mali non volunt conservari in integritate interioris hominis, reque appetunt ei spiritualia bona; neque ad hoc operantur; neque delectabile est eis secum convivere, redeundo ad cor, quia inveniunt ibi mala et praesentia et praeterita et futura, meque etiam sibi ipsis concordant propter conscientiam remordentem”.]

*   *   *

Se, mesmo sem estar em estado de graça, o homem começa a buscar o bem, sua conversa íntima consigo mesmo já é completamente diferente. Ele pensa, por exemplo, no que é necessário para viver honestamente e para garantir a vida dos seus. Para isso, às vezes, ele tem grandes preocupações, sente sua fraqueza e a necessidade de colocar sua confiança, não somente em si mesmo, mas em Deus.

Esse homem, ainda em estado de pecado mortal, pode possuir a fé cristã e a esperança, que subsistem em nós, mesmo após a perda da caridade, enquanto não tivermos pecado mortalmente por incredulidade, desespero ou presunção. E assim, a, conversa íntima que esse homem tem consigo mesmo é às vezes iluminada pela luz sobrenatural da fé; ele pensa algumas vezes na vida eterna e a deseja, embora esse desejo seja fraco. Ele é, às vezes, levado por uma inspiração especial a entrar em uma igreja para rezar.

Se, enfim, esse homem tem ao menos a atrição por suas faltas e recebe a absolvição delas, ele recupera o estado de graça e a caridade, o amor a Deus e ao próximo. Desde então, quando fica sozinho, sua conversa íntima com Deus muda; ele começa a amar santamente a si mesmo, não para si, mas para Deus, e a amar os seus por causa de Deus, a compreender que deve perdoar e amar seus inimigos, a desejar para eles, como para si mesmo, a vida eterna. Contudo, frequentemente a conversa íntima do homem em estado de graça continua manchada pelo egoísmo, o amor próprio, a sensualidade, o orgulho. Essas faltas já não são nele mortais, e sim veniais; mas, se elas são reiteradas, podem levá-lo a recair em uma falta grave, isto é, a recair na morte espiritual. E então, de novo, o homem tende a fugir de si mesmo, porque o que encontra em si mesmo já não é a vida, mas a morte, e, ao invés de fazer uma salutar reflexão sobre esse assunto, pode ser que ele se projete ainda mais na morte ao atirar-se nos prazeres, nas satisfações da sensualidade ou do orgulho.

Apesar de tudo, nas horas de isolamento, a conversa íntima recomeça, como que para provar ao homem que ela não pode cessar. Ele gostaria de interrompê-la, mas não consegue. É que a alma, no fundo, tem uma necessidade incoercível, à qual é preciso satisfazer. Mas, na realidade, somente Deus pode satisfazê-la, e seria preciso tomar realmente o caminho que leva a Ele. A alma tem necessidade de conversar com um outro que não ela mesma. Por quê? Porque seu fim último não está em si mesma. Porque seu fim é o Deus vivo, e ela não pode descansar realmente senão Nele, como diz Santo Agostinho: “Inquieto estará nosso coração, Senhor, enquanto não repousar em Ti”.2

[2. Confissões, I, 1. E a prova da existência de Deus pelo desejo natural da felicidade, uma felicidade verdadeira e durável, que não pode ser encontrada senão no Soberano Bem, ao menos imperfeitamente conhecido e amado acima de tudo, mais que a nós mesmos.]

O diálogo interior com Deus

A vida interior é precisamente uma elevação e uma transformação da conversa íntima de cada um consigo mesmo, a partir do momento em que ela tende a tornar-se uma conversa com Deus.

Diz São Paulo: “Quem dentre os homens conhece o que se passa no homem, senão o espírito do homem que nele está? Da mesma forma, ninguém conhece o que está em Deus, senão o Espírito de Deus” (1Cor 2,11).

Mas o Espírito de Deus manifesta progressivamente às almas de boa vontade, o que Deus deseja delas e o que lhes quer dar. Pudéssemos nós receber docilmente tudo o que Deus nos quer dar! O Senhor diz aos que o buscam: “Tu não me procurarias, se já não me tivesses encontrado”.

Essa manifestação progressiva de Deus à alma que o procura não se faz sem luta; é preciso desprender-se dos laços que são as consequências do pecado, e pouco a pouco irá desaparecendo o que São Paulo chama “o homem velho” e formando-se “o homem interior”.

Escreve ele aos Romanos: “Verifico em mim esta lei: quando quero fazer o bem, é o mal que se me apresenta. Eu me comprazo na lei de Deus segundo o homem interior, mas percebo em meus membros outra lei, que luta contra a lei da minha razão” (Rm7,21). O que São Paulo chama “o homem interior” é a parte principal e mais elevada em nós: a razão iluminada pela fé e a vontade, que devem dominar sobre a sensibilidade comum ao homem e ao animal.

O mesmo São Paulo diz ainda: “Por isso não nos deixamos abater; ao contrário, embora em nós o homem exterior vá caminhando para a sua ruína, o homem interior se renova dia a dia” (2Cor 4, 16). Sua juventude espiritual é constantemente renovada, como a da águia, pelas graças que recebe todos os dias; por isso o sacerdote que sobe ao altar pode sempre dizer, mesmo que tenha noventa anos: “Introibo ad altare Dei, ad Deum qui laetificat juventutem meam. – Entrarei no altar de Deus, do Deus que alegra a minha juventude” (SI 42,4).

São Paulo insiste sobre isso, falando aos Colossenses: “Não mintais uns aos outros; vós vos revestistes do homem velho com as suas obras, e vos revestistes do novo, que se renova incessantemente à imagem do seu Criador, até atingir o conhecimento perfeito. Aí já não há mais grego nem judeu… nem bárbaro, nem escravo ou livre, mas Cristo é tudo em todos” (C13,9-11). O homem interior se renova incessantemente à imagem de Deus, que não envelhece. A vida de Deus está acima do passado, do presente e do futuro; ela é medida pelo único instante da imóvel eternidade. Igualmente o Cristo ressuscitado não morre mais e conserva uma eterna juventude; ora, ele nos vivifica por graças sempre novas, para nos tornar semelhantes a Ele.

Aos Efésios, São Paulo escreve igualmente: “Dobro os joelhos diante do Pai… pedindo que ele vos conceda, segundo a riqueza da sua glória, que sejais fortalecidos em poder pelo seu Espirito no homem interior, e que Cristo habite em vossos corações pela fé, a fim de que, enraizados e fundamentados na caridade, vos torneis capazes de compreender, com todos os santos, qual é a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e de conhecer o amor de Deus que excede todo o conhecimento, para que sejais plenificados com toda a plenitude de Deus” (Ef3, 14-19). Eis aí a vida interior em toda a sua profundidade, aquela que tende constantemente para a contemplação do mistério de Deus e dele se alimenta, em uma união cada vez mais íntima com Ele. Ora, isso foi escrito não somente para almas privilegiadas, mas para todos os cristãos de Éfeso, como para os de Corinto.

E São Paulo acrescenta: “Renovai-vos pela transformação espiritual de vossa mente, e revesti-vos do Homem Novo, criado segundo Deus na justiça e na santidade da verdade… Andai em amor, assim como Cristo nos amou e se entregou por nós, como oferta e sacrifício de agradável odor” (Ef 4,23s. 5,2).

*   *   *

À luz destas palavras inspiradas, que nos lembram tudo o que Jesus nos prometeu ao pregar sobre as bem-aventuranças, e tudo o que nos deu ao morrer por nós, podemos assim definir a vida interior.

É uma vida sobrenatural que, por um verdadeiro espírito de abnegação e de oração, nos faz tender à união com Deus e a ela nos conduz.

Ela inclui uma fase onde predomina a purificação, e uma outra de iluminação progressiva em vista da união com Deus, como ensina toda a tradição, que assim distingue a via purificadora ou purgativa dos principiantes, a via iluminativa dos adiantados e a via unitiva dos perfeitos.

A vida interior se torna assim, cada vez mais, um diálogo com Deus, em que pouco a pouco o homem se desprende do egoísmo, do amor-próprio, da sensualidade, do orgulho, e, pela oração frequente, pede ao Senhor as graças sempre novas de que necessita.3

[3. O autor da Imitação desde o capítulo I do Livro Primeiro exprime muito bem o que é vida interior, dizendo: “A Doutrina de Jesus ultrapassa toda a doutrina dos santos, e quem possuísse o seu espírito aí encontraria o maná escondido. Mas ocorre que muitos, por mais que escutem o Evangelho, são pouco tocados por ele, porque não têm o espírito de Jesus Cristo. Quereis compreender perfeitamente e saborear as palavras de Jesus Cristo? Aplicai-vos em conformar toda a vossa vida à Dele”.]

Dessa forma, o homem começa a conhecer experimentalmente, não mais somente a parte inferior de si mesmo, mas a parte mais elevada. Sobretudo, ele começa a conhecer a Deus de uma maneira vital; começa a ter a experiência das coisas de Deus. Pouco a pouco, o pensamento em nosso próprio “eu”, para o qual tudo fazíamos convergir, lugar ao pensamento habitual em Deus, E então, progressivamente, o amor egoísta a nós mesmos e ao que há de menos bom em nós dá lugar ao amor a Deus e às almas em Deus. O diálogo interior se transforma, de tal forma que São Paulo pode dizer: “Nostra autem conversatio in coelis est. – A nossa conversação já está no céu, que é a nossa verdadeira pátria” (Fl 3,20). São Tomás insistiu muitas vezes sobre este ponto.4

[4. Ele o faz particularmente em dois importantes capítulos da Suma Contra os Gentios, L. IV, c. XXI e XXII, sobre os efeitos e os sinais da habitação da Santíssima Trindade em nós. Ele diz, no início do capítulo XXII: “Hoc videtur esse amiciliae maxime proprium simul conversari ad amicum. Conversatio autem hominis ad Deum est per contemplationem ipsius, sicut et Apostolus dicebat (Philippenses II, 20): Nostra conversatio in coelis est. Quia igitur Spiritus Sanctus nos amatores Dei facit, consequens est quod per Spiritum Sanctum Dei contemplatores constituamur; unde Apostolos dicit, Il Cor., II, 18, Nos autem omnes revelata facie gloriam Dei speculantes, in eamdem imaginem transformamur a claritate in claritatem tanquam a Domini Spiritu”. Aqueles que meditarem nesses capítulos XXI e XXII do livro IV da Suma contra os Gentios poderão verificar se, para São Tomás, a contemplação infusa dos mistérios da fé está ou não dentro da via normal da santidade.]

Portanto, a vida interior, em uma alma em estado de graça, é sobretudo uma vida de humildade, de abnegação, de fé, de esperança e de caridade, com a paz que vem da subordinação progressiva de nossos sentimentos e de todas as nossas vontades ao amor de Deus, que será o objeto de nossa bem-aventurança.

Para ter uma vida interior, portanto, não basta dedicar-se muito, exteriormente, ao apostolado; também não bastaria ter uma grande cultura teológica. Isso tampouco é necessário. Um principiante generoso, que tenha já um verdadeiro espírito de abnegação e de oração, já tem uma verdadeira vida interior, que deve desenvolver-se cada vez mais.

Nesse diálogo interior com Deus, que tende a tornar-se contínuo, a alma fala pela oração, oratio, que é a palavra por excelência, aquela que existiria se Deus tivesse criado apenas uma alma ou um único anjo; essa criatura dotada de inteligência e de amor falaria com seu Criador. A oração é às vezes de súplica, às vezes de adoração e de ação de graças; mas é sempre uma elevação da alma a Deus. E Deus responde lembrando-nos o que nos foi dito no Evangelho, e que é útil para a santificação do momento presente. Não nos disse Nosso Senhor que “o Espírito Santo, que meu Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos recordará tudo o que eu vos disse” (Jo 14,26)?

O homem se torna assim cada vez mais filho de Deus, e reconhece cada vez mais que Deus é seu Pai, e se torna mesmo, cada vez mais, como uma criancinha em relação a Ele. E compreende o que Jesus quis dizer a Nicodemos: que é preciso entrar de novo no seio de Deus para renascer, espiritualmente e cada dia mais intimamente, desse nascimento espiritual que se assemelha remotamente ao nascimento eterno do Verbo.5 Os santos percorrem realmente essa via, e então, entre sua alma e Deus se estabelece esse diálogo que, por assim dizer, nunca cessa. Dizia-se que São Domingos não sabia falar senão de Deus ou com Deus; é o que lhe permitia ser sempre caridoso para com os homens, e, ao mesmo tempo, prudente, justo e forte.

[5. São Francisco de Sales diz em algum lugar que, enquanto o homem, à medida que cresce, cada vez mais se basta a si mesmo e depende menos de sua mãe, que se torna menos necessária quando ele chega à idade adulta e sobretudo à plena maturidade, o homem interior, ao contrário, à medida que cresce, adquire cada vez mais consciência de sua filiação divina, que o torna filho de Deus, e se torna cada vez mais criança em relação a Ele, até entrar, por assim dizer, no seio de Deus; os bem-aventurados no céu permanecem para sempre neste seio de Deus.]

Esse diálogo com Deus se estabelece por influência do Cristo mediador, como é dito frequentemente na liturgia, em particular no hino Jesu dulcis memoria, que é realmente uma esplêndida expressão da vida interior do cristão:

Jesu, spes poenitentibus,

Quam plus es petentibus!

Quam bonus te quaerentibus!

Sed quid invenientibus!

Nec lingua valet dicere,

Nec littera exprimere,

Expertus potest credere

Quid sit Jesus diligere.

Ô Jesus, esperança dos penitentes

Como sois terno para com os que vos imploram

E bom para os que vos procuram,

E o que sois então para os que vos encontram!

Nem a língua pode dizer,

Nem a escrita exprimir

Só quem o experimentou pode saber

O que é amar a Jesus.

Que possamos estar entre aqueles que o procuram, e aos quais é dito: “Tu não me procurarias, se já não me tivesses encontrado”.

Extraído do capítulo II da Primeira Parte do tomo I de As Três Idades da Vida Interior (Cultor de livros, 2018, pp. 46-55). Com algumas adaptações minhas.

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