INTENÇÃO SACERDOTAL E BISPOS MAÇÔNICOS, 2003 | por Pe. ANTHONY CEKADA

Uma velha lorota sobre a ordenação
do arcebispo Dom Lefebvre

(2003)
Rev. Pe. Anthony Cekada

“As pessoas que não são teólogos nunca parecem entender quão pouca intenção é requerida para um sacramento… A ‘intenção implícita de fazer o que Cristo instituiu’ significa uma coisa tão vaga e ínfima, que é quase impossível deixar de tê-la – a não ser que se a exclua deliberadamente. No tempo em que todos falavam das ordens anglicanas, vários católicos confundiram intenção com . A fé não é requerida. É heresia dizer que o seja. (Foi este o erro de São Cipriano e Firmiliano contra o qual o Papa Estêvão I [254-257] protestou.) Um homem pode ter opiniões completamente erradas, heréticas e blasfemas sobre um sacramento e, ainda assim, conferi-lo ou recebê-lo validamente.”

—    Adrian Fortescue
       The Greek Fathers

No fim da década de 1970, à medida que os padres da Fraternidade São Pio X começaram a oferecer Missa em mais e mais cidades, certos polemistas no movimento tradicional dos E.U.A. começaram a difundir a história de que o fundador da Fraternidade, o arcebispo Dom Marcel Lefebvre (1905-1991), fora ordenado tanto ao sacerdócio quanto ao episcopado por um maçom, que as próprias ordenação sacerdotal e consagração episcopal do arcebispo eram inválidas, e que, consequentemente, todos os sacerdotes da FSSPX eram também invalidamente ordenados.

O alegado maçom em questão era o cardeal Achille Liénart (1884-1973), arcebispo de Lille (cidade natal de Dom Lefebvre), e mais tarde um dos líderes modernistas no Concílio Vaticano Segundo (1962-1965).

O finado Hugo Maria Kellner, a hoje defunta publicação Veritas, Hutton Gibson e alguns outros – nós os chamávamos de “os liénartistas” – argumentavam que, dado que a maçonaria abomina a Igreja, seus adeptos em meio ao clero naturalmente quereriam destruir o sacerdócio mediante a subtração da requerida intenção sacramental ao conferirem Ordens Sacras. Todas as ordenações conferidas por prelados maçônicos – defendiam eles – tinham de ser tratadas ou como inválidas ou como duvidosas, incluindo a ordenação sacerdotal e consagração episcopal que o arcebispo Dom Lefebvre recebeu do cardeal Liénart.

Dado que a história da “maçonaria” ainda reemerge ocasionalmente mesmo trinta anos depois, decidi revisitar a questão.

Como começar? A melhor maneira é esclarecendo as partes componentes do argumento liénartista.

Pode-se fazer isso colocando-o na forma de um argumento lógico formal chamado “silogismo” – método empregado nos manuais de teologia dogmática. Um silogismo argumenta indo de uma afirmação geral (por exemplo: Todos os homens são mortais), para uma afirmação particular(Sócrates é homem), para uma conclusão (Logo, Sócrates é mortal).

Você precisa provar tanto sua afirmação geral quanto sua afirmação particular. Do contrário, você não prova a sua conclusão.

Ao condensarmos o argumento dos liénartistas e o colocarmos nessa forma, obtemos o seguinte:

  1. Princípio Geral: Sempre que um bispo é maçom, sua intenção sacramental deve presumir-se duvidosa e todas as ordenações dele, portanto, presumir-se duvidosas.
  2. Fato Particular: Achille Liénart foi um bispo que era maçom.
  3. Conclusão: A intenção sacramental de Achille Liénart deve presumir-se duvidosa e todas as suas ordenações, portanto, presumir-se duvidosas.

A suposta “prova” do ponto (2) foi mais do que adequadamente demolida alhures. Em seu artigo de 1982 intitulado “Cracks in the Masonry”, Rama Coomaraswamy demonstrou que todas as histórias acerca da suposta afiliação maçônica do cardeal Liénart remontam a uma única obra, L’Infaillibilité Pontificale do marquês de la Franquerie, um escritor sensacionalista francês. A única fonte que o marquês dá para a história é anônima: um ex-maçom identificado como “Sr. B…” O artigo espirituoso e erudito de Coomaraswamy está postado em traditionalmass.org.

Aqui, dirigiremos nossa atenção antes ao ponto (1), o princípio geral subjacente ao argumento liénartista. Demonstrarei que ele é falso, pois contradiz as presunções fundamentais que a lei canônica, a teologia moral e a teologia dogmática estipulam com respeito à validade dos sacramentos em geral, e à intenção do ministro das Sagradas Ordens em particular. Além disso, demonstrarei que ele contradiz a prática da Igreja no passado, e conduz a absurdos manifestos.

1. Presunção Geral de Validade. Os sacramentos conferidos por um ministro católico, inclusive as Ordens Sacras, devem presumir-se válidos enquanto a invalidade não for provada. Esta é:

“a rainha das presunções, que considera válido o ato ou o contrato, até que a invalidade seja provada.” (F. Wanenmacher, Canonical Evidence in Marriage Cases, [Philadelphia: Dolphin 1935], 408.)

“Quando o fato da ordenação está devidamente assentado, a validadedas ordens conferidas, naturalmente, deve ser presumida.” (W. Doheny, Canonical Procedure in Matrimonial Cases [Milwaukee: Bruce 1942] 2:72.)

2. Intenção e Ordens Sacras. Quando um bispo confere Ordens Sacras usando a matéria e forma corretas, deve presumir-se que ele teve intenção sacramental suficiente para confeccionar o sacramento – isto é, no mínimo que ele “intencionou fazer o que a Igreja faz.”

Este é o ensinamento do Papa Leão XIII em seu pronunciamento sobre as ordens anglicanas:

“Ora, se uma pessoa usou seriamente e devidamente a matéria e a forma corretas para realizar e administrar o sacramento, essa pessoa por esse fato mesmo presume-se ter intencionado fazer o que a Igreja faz.” (Bula Apostolicae Curae, 13 de setembro de 1896.)

O teólogo Leeming diz que essa passagem recapitula os ensinamentos dos teólogos anteriores que

“concordaram todos que a realização exterior decorosa dos ritos estabelece uma presunção de que a intenção certa existe… O ministro de um sacramento presume-se intencionar aquilo que o rito significa…Esse princípio é afirmado como doutrina teológica certa, ensinada pela Igreja, e negá-lo seria no mínimo teologicamente temerário.” (B. Leeming, Principles of Sacramental Theology [Westminster MD: Newman 1956], 476, 482.)

3. Heresia ou Apostasia e Intenção. A heresia, ou mesmo a completa apostasia da fé por parte do bispo que ordena, não prejudica essa intenção suficiente, pois a intenção é um ato da vontade.

“O erro na fé, ou mesmo a total descrença, não prejudica essa intenção; pois os conceitos no intelecto nada têm em comum com um ato da vontade.” (S. Many, Praelectiones de Sacra Ordinatione [Paris: Letouzey 1905], 586.)

4. Quando a Intenção Invalida. Uma ordenação, de resto, realizada corretamente torna-se inválida apenas se o bispo fizer um ato de vontade de não “fazer aquilo que a Igreja faz” ou de não “ordenar esta pessoa”.

“Uma ordenação é inválida se o ministro… ao conferi-la a alguém, faz um ato volitivo de não ordenar aquela pessoa, pois por esse fato mesmo ele não tem, no mínimo, a intenção de fazer aquilo que a Igreja faz — de fato, ele tem uma intenção contrária.” (P. Gasparri, Tractatus de Sacra Ordinatione [Paris: Delhomme 1893], 1:970.)

5. Intenção Inválida Jamais Presumida. Um bispo que confere Ordens Sacras, no entanto, nunca é de presumir que tenha uma tal intenção de nãoordenar, até que o contrário fique provado.

“Ao realizar uma ordenação, o ministro nunca é de presumir que tenha uma intenção tal de não ordenar, enquanto o contrário não for provado. Pois a ninguém se presume mau a não ser que ele seja provado tal, e um ato — especialmente um tão solene quanto uma ordenação — deve ser considerado válido, contanto que a invalidade não seja claramente demonstrada.” (Gasparri, 1:970.)

O princípio geral proposto pelos liénartistas, porém – “Sempre que um bispo é maçom, sua intenção sacramental deve presumir-se duvidosa e todas as ordenações dele, portanto, presumir-se duvidosas” –, contradiz diretamente o que precede e estabelece a presunção oposta.

Essa teoria, destarte, trata um acusado “bispo maçônico” como culpado até que se o prove inocente. (Os sacramentos dele devem ser tratados “como não-sacramentos”.) E o ônus da prova que ele tem de satisfazer para absolver-se é impossível: ele tem de refutar uma dupla negativa sobre um ato interior da vontade (“prove que você não subtraiu sua intenção”).

Isso se choca com todos os princípios de equidade da lei civil e canônica.

6. Nenhum Apoio na Teologia. Por essa razão, os liénartistas não são capazes de citar nenhum canonista, teólogo moralista ou teólogo dogmático pré-Vaticano II que proponha ou defenda a premissa maior deles.

Em vez disso, tudo que eles apresentam são as citações padrão sobre a maçonaria: ela conspira para destruir a Igreja, é condenada pelos Papas, promove o naturalismo, é causa de excomunhão etc.

Isso meramente prova aquilo que ninguém contesta: a maçonaria é má.

Mas, dado que homens maus e mesmo incrédulos podem conferir sacramentos válidos, isso não os aproxima nem um pouco de provar o princípio que é a base de seus argumentos: “Membro da maçonaria = sacramentos duvidosos”.

Se um tal princípio geral fosse verdadeiro, os Papas, canonistas e teólogos nos teriam dito.

7. Nenhum Apoio na História. A desculpa que às vezes se dá para não fornecer uma citação dessas – “não era amplamente conhecido o que estava acontecendo [acerca do clero maçônico] até que os frutos foram exibidos no Vaticano II” – é refutada pela história da Igreja na França, onde muitos clérigos eram maçons. Em França antes da Revolução:

“Há um fato irrecusável: as lojas contaram muitos e muitos eclesiásticos… Em Caudebec, dos vinte e quatro membros da loja (*), quinze eram padres. Em Sens, dos cinquenta, eram vinte. Cônegos, párocos eram “Veneráveis”. Os próprios cistercienses de Claraval tinham uma loja no convento! Saurine, futuro bispo de Estrasburgo no tempo de Napoleão, era um dos membros dirigentes do Grande Oriente. Se dissermos que, por volta de 1789, um quarto dos franco-maçons franceses era de gente eclesiástica, não devemos ficar longe da verdade…. Dentre cento e trinta e cinco bispos, não havia nas vésperas da Revolução mais de sete ímpios e três deístas.” (H. Daniel-Rops, A Igreja dos Tempos Clássicos. II. A era dos grandes abalos. Trad. de Henrique Ruas. São Paulo: Quadrante 2001, 72, 83. Ver também J. McManners, Church and Society in Eighteenth-Century France [Oxford: University Press 1998] 1:354, 356, 420, 509.]

[(*) N. do T. – No original do livro, “À Caudebec, sur vingt-quatre membres” etc., como na trad. br., e não “quatre-vingt”, como parece ter lido o tradutor da edição inglesa citada no original deste estudo: H. Daniel-Rops, The Church in the Eighteenth Century, Londres: Dent 1960, 63, 73.]

Os revolucionários maçônicos montaram sua cismática Igreja Constitucional em 1791 com clérigos como estes, o mais proeminente deles sendo Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord, ex-bispo de Autun e defensor da causa revolucionária.

Diferentemente do caso do cardeal Liénart, é fato consolidado que Talleyrand era maçom: ele pertencia à loja Francs Chevaliers em Paris. Além disso, ele provavelmente era, inclusive, um incréu. Em 25 de janeiro de 1791, Mons. Talleyrand consagrou os primeiros bispos para a Igreja Constitucional, e assim todos os bispos dela subsequentemente derivaram dele suas consagrações.

Sem embargo, quando o Papa Pio VII assinou sua Concordata de 1801 com Napoleão, ele nomeou treze bispos da hierarquia de Talleyrand para encabeçar as dioceses católicas restauradas.

Dentre eles, o supramencionado Mons. Jean-Baptiste Saurine, cismaticamente consagrado bispo “constitucional” de Landes em agosto de 1791. De todas as lojas maçônicas do mundo, o Grande Oriente de Paris em que Saurine era membro dirigente sempre foi considerada a mais poderosa e mais anticatólica. Apesar disso, o Papa Pio VII nomeou Mons. Saurine bispo de Estrasburgo em 1802, um posto que esse bispo maçônico reteve até a morte, em 1813.

Assim, na França encontramos bispos maçônicos consagrando a outros maçons bispos, a quem o Papa depois nomeia para chefiar dioceses católicas, onde eles confirmam crianças, abençoam os santos óleos usados para ungir os moribundos, ordenam padres e consagram outros bispos. Se o princípio dos liénartistas estivesse mesmo correto, o Papa não teria permitido nada disso, e teria insistido que todos os bispos da hierarquia constitucional se sujeitassem a reconsagração sob condição.

Prova de que um clérigo estivesse afiliado à maçonaria, ademais, não necessariamente é prova de ateísmo ou ódio à Igreja. Dos muitos clérigos franceses envolvidos com a maçonaria, o historiador Henri Daniel-Rops afirma:

“E não há nenhuma razão para pensar que todos fossem, ou julgassem ser, maus católicos. Muito pelo contrário. Deviam ser bem numerosos aqueles que não viam qualquer incompatibilidade entre a sua fé e a sua inscrição maçônica, e que chegavam a ter a maçonaria por uma força a ser utilizada ao serviço da religião. Tal era o caso, na Savóia, de Joseph de Maistre, orador da sua loja em Chambéry, o qual aspirava a criar na maçonaria um estado-maior secreto que fizesse do movimento um exército papal, ao serviço de uma teocracia universal.” (A Igreja dos Tempos Clássicos. II. A era dos grandes abalos, p. 72).

Ainda que a adesão de muitos clérigos franceses à maçonaria durante a época revolucionária fosse bem conhecida, os teólogos não trataram os seus sacramentos como “duvidosos”.

Se bispos maçônicos houvessem verdadeiramente constituído uma ameaça à validade dos sacramentos, esperar-se-ia encontrar teólogos, especialmente entre os franceses, que propusessem esse argumento, ou ao menos debatessem a questão.

Mas mesmo teólogos e canonistas franceses tais como o cardeal Billot (De Ecclesiae Sacramentis  [Roma: Gregoriana 1931] 1:195-204), S. Many (Prael. de Sacr. Ordinatione 585-91) e R. Naz (“Intention”,  Dictionnaire de Droit Canonque [Paris: Letouzey 1953] 5:1462), que no mais discutem um tanto longamente a intenção sacramental, nada têm a dizer, em absoluto, acerca de sacramentos “duvidosos” de maçons.

Em seu artigo sobre a maçonaria, além disso, o único comentário de Naz sobre os clérigos que dela são membros é notar que eles incorrem nas penas de suspensão e perda de ofício. (“Francmaçonnerie,” 1:897-9) Ele não diz nada sobre a pertença deles tornar “duvidosos” os seus sacramentos.

8. Consequências Absurdas. O absurdo do princípio dos liénartistas é demonstrado também aplicando-o (a) à hierarquia dos Estados Unidos, onde ele tornaria duvidosas quarenta consagrações episcopais realizadas entre 1896 e 1944, e (b) ao baixo clero na França, onde ele tornaria duvidosos todos os batismos realizados desde o século XVIII.

(a) As consagrações episcopais nos Estados Unidos são derivadas de Mariano cardeal Rampolla del Tindaro (1843-1913), Secretário de Estado do Papa Leão XIII. Depois da morte de Rampolla, diz-se que entre seus pertences de uso pessoal encontrou-se prova de que ele pertencia a uma seita maçônica luciferiana chamada Ordo Templo Orientalis (associada ao satanista Alistair Crowley) e frequentava uma loja maçônica em Einsiedeln, na Suíça, onde ele tirava férias.

Quarenta bispos americanos consagrados entre 1896 e 1944 derivaram suas consagrações de Rampolla, via Mons. Martinelli (o Delegado Apostólico) ou Rafael cardeal Merry del Val, ambos consagrados bispos por Rampolla. (Ver Jesse W. Lonsway, The Episcopal Lineage of the Hierarchy in the United States: 1790–1948, placa E.)

Se o princípio dos liénartistas fosse verdadeiro, todos esses bispos teriam de ser considerados “duvidosos”, porque o papel preciso dos bispos auxiliares numa consagração episcopal como verdadeiros “co-consagrantes” não foi claramente definido antes de 1944.

(b) Mostrei que a maçonaria estava amplamente disseminada em meio ao clero francês no fim do século XVIII. Se o princípio “Afiliação maçônica = sacramentos dúbios” fosse realmente verdadeiro, aplicar-se-ia a sacramentos conferidos por sacerdotes também. Isso tornaria “duvidosos” todos os batismos conferidos na França desde o século XVIII. Afinal de contas, quem sabe quais padres franceses eram “maçons ocultos” e quais não eram?

*     *     *     *     *

Note-se por favor que, a despeito do que precede, eu não concedo a alegação factual de que o cardeal Liénart realmente tenha sido um maçom. Meu objetivo aqui é demonstrar que, tivesse o cardeal Liénart sido realmente maçom, não se poderia por essa razão atacar a validade dos sacramentos que ele conferiu.

O argumento liénartista, então, vai contra as presunções fundamentais que a lei canônica, a teologia moral e a teologia dogmática estipulam a respeito da validade dos sacramentos em geral, e da intenção do ministro de Ordens Sacras em particular. Ele é contradito pela prática da Igreja no passado, e finalmente desemboca em absurdos manifestos.

Numa palavra, é um argumento radicado na ignorância.

BIBLIOGRAFIA

BILLOT, L. De Ecclesiae Sacramentis. Roma: Gregoriana 1931.

DANIEL-ROPS, H. The Church in the Eighteenth Century. Londres: Dent 1960. [Trad. br.: A Igreja dos Tempos Clássicos. II. A era dos grandes abalos. Trad. de Henrique Ruas. São Paulo: Quadrante 2001.]

DOHENY, W. Canonical Procedure in IMatrimonial Cases. Milwaukee: Bruce 1942.

GASPARRI, P. Tractatus de Sacra Ordinatione. Paris: Delhomme 1893.

LEEMING, B. Principles of Sacramental Theology. Westminster MD: Newman 1956.

LEÃO XIII. Bula Apostolicae Curae, 13 de setembro de 1896.

LONSWAY, Jesse W. The Episcopal Lineage of the Hierarchy in the United States: 1790–1948.

MANY, S. Praelectiones de Sacra Ordinatione. Paris: Letouzey 1905.

MCMANNERS, J. Church and Society in Eighteenth-Century France. Oxford: University Press 1998.

NAZ, R. “Francmaçonnerie”, Dictionnaire de Droit Canonque. Paris: Letouzey 1953. 1:897-9.

_______. “Intention”, op. cit. 5:1462–64.

WANENMACHER, F. Canonical Evidence in Marriage Cases. Philadelphia: Dolphin 1935.

(Carta, Agosto de 2003)

Trad. br. por F. Coelho, São Paulo, set. 2012.

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