FRANCISCO, UM PROTESTANTE CONTRA OS SACRAMENTOS 

BREVE INTRODUÇÃO 

Jorge Mário Bergoglio, assim chamado putativamente Papa Francisco (aqui chamarei somente de Francisco), tem causado escândalos atrás de escândalos com seus vídeos igualando a Religião verdadeira, a Católica, com as mais distantes e opostas, não apenas com heréticas e cismáticas como também com de infiéis pura e simplesmente (judeus e maometanos) e pagãs. Há ainda o Sínodo da Amazônia, onde permitiu um culto infernal ao demônio Pachamama. Aqui vou tratar de dois escândalos que promovem todo tipo de impiedade que muito provavelmente podemos considerar os piores e mais nocivos erros para aqueles que o reconhecem como Vigário de Cristo.

FRANCISCO E BENTO XVI: PROTESTANTES E NÃO CATÓLICOS

Francisco não apenas não é católico, o que já é um impeditivo para obter qualquer tipo de autoridade dentro da Santa Igreja, como é um protestante infiltrado, tal como foi seu predecessor Bento XVI (João Paulo II parece ser um panteísta chardiniano mesmo). A sua simpatia por protestantes e feitos protestantes evidenciam isso. Vejamos o que ele disse numa conferência:

Creio que as intenções de Martinho Lutero não fossem erradas: era um reformador. Talvez alguns métodos não fossem justos, mas naquele tempo, se lermos por exemplo a história do Pastor (um luterano alemão que, ao ver a realidade daquele tempo, se converteu e fez católico), vemos que a Igreja não era propriamente um modelo a imitar: havia corrupção na Igreja, havia mundanidade, havia apego ao dinheiro e ao poder. E por isso ele protestou. Sendo inteligente, deu um passo em frente justificando por que motivo fazia isso. E hoje luteranos e católicos, com todos os protestantes, estamos de acordo sobre a doutrina da justificação: sobre este ponto tão importante, ele não errara (Conferência de imprensa do Santo Padre durante o vôo de regresso da Armênia, 26 de junho de 2016).

Aqui destaco o seguinte: Francisco não acha que Lutero fosse mal intencionado. Não é preciso entender muito de história eclesiástica para entender que essa afirmação é patentemente falsa. Não é a primeira vez que Francisco recorre a uma explícita falsificação histórica para justificar a sua, com o perdão do eufemismo, heterodoxia. Inclusive, na sua encíclica Fratelli Tutti, ele ensina uma outra falsificação histórica ao expor o encontro de São Francisco de Assis com o sultão como se tal coisa fosse um encontro interreligioso e não um encontro para que o sultão se converta. Os padres Júlio Maria de Lombaerde e Leonel Franca em seus livros denunciam as imundícies de Lutero. Lutero era um homem do pior tipo, um homicida, um fornicador, um onanista, um glutão, um beberrão, um boca suja, um soberbo… mas o pior de tudo: um herege, um cismático, um blasfemador, um apóstata. Sua Santidade Leão X sabia disso tudo e para proteger o rebanho desse lobo maldito escreveu:

Queremos proteger o rebanho de um animal infeccioso, para que a sua infecção não se espalhe para as ovelhas saudáveis. Por isso, damos o seguinte mandado a todos os patriarcas, arcebispos, bispos, prelados de igrejas patriarcais, metropolitanas, catedrais e colegiadas, e religiosos de todas as ordens ― inclusive as mendicantes ― privilegiadas ou não privilegiadas, onde quer que se encontrem: que, em virtude do seu voto de obediência e sob pena de sentença de excomunhão, se assim for exigido para a execução destes decretos, anunciem publicamente e façam anunciar por meio de outros nas suas igrejas que esse mesmo Martinho e a sua facção são excomungados, réprobos, condenados, hereges, endurecidos, interditados, privados de bens e incapazes de possuí-los, e dessa forma elencados na execução destes decretos (Bula Decet Romanum Pontificem; 3 de janeiro de 1521).

Assim, mais tarde, o Papa Leão X condenou 41 erros de Martinho Lutero em Exsurge Domine (Denzinger-Hünermann, desde já D.-H, 1451–1491) com a seguinte censura: “Todos e cada um dos artigos ou erros acima elencados, Nós os condenamos, afastamos e de todo rejeitamos, respectivamente como heréticos, escandalosos, falsos, ofensivo para os ouvidos piedosos ou como enganando as mentes dos simples e contrários à fé católica”. E já no Concílio de Trento, o Sua Santidade Paulo III aprovou 33 cânones sobre a justificação, sendo alguns condenando erros explicitamente luteranos, como esses: “Se alguém disser que a fé que justifica não é outra coisa que a confiança na divina misericórdia que perdoa os pecados por causa de Cristo, ou que esta confiança sozinha justifica: seja anátema” (D.-H., 1562); “Se alguém disser que o homem é absolvido dos pecados e justificado pelo fato mesmo de se crer com certeza absolvido e justificado, ou que ninguém é realmente justificado, senão quem crê que está justificado, e que por esta fé sozinha se opera a absolvição e a justificação: seja anátema” (D.-H., 1564). Será que realmente Lutero não errara? Segundo o ímpio documento “Do conflito à comunhão – Comemoração Conjunta Católico-Luterana”, redigido pela Comissão Luterana-Católico-Romana para a Unidade, no número 194, o próprio Concílio Vaticano II endossa a tese luterana:

No curso da história, o ofício ministerial luterano foi capaz de cumprir sua tarefa de manter a Igreja na verdade, de tal maneira que, quase cinco séculos depois do início da Reforma, foi possível declarar um consenso católico-luterano a respeito das verdades básicas sobre a doutrina da justificação. Se, de acordo com o julgamento do Concílio Vaticano II, o Espírito Santo se serve de “comunidades eclesiais” como meios de salvação, poderia imaginar-se também que isso poderia ajudar no reconhecimento mútuo do ministério. Portanto, o ofício do ministério apresenta, ao mesmo tempo, consideráveis obstáculos para o reconhecimento mútuo, mas também perspectivas otimistas de aproximação.

Mas retornemos ao que Francisco disse: a Igreja não era propriamente um modelo a imitar. Isso é uma blasfêmia. Francisco negou explicitamente a indefectibilidade da Igreja, como se Ela fosse uma coisa antes da época de Lutero e depois outra. Como todo modernista. Vemos muito disso em Bento XVI também, tal como os fautores do Concílio Vaticano II. Podemos ver isso nesse discurso de Bento XVI:

Todos sabemos que existem numerosos modelos de unidade e vós sabeis também que a Igreja católica tem por objectivo a consecução da plena unidade visível dos discípulos de Jesus Cristo segundo a definição que dela fez o Concílio Ecuménico Vaticano II em vários dos seus documentos (cf. Lumen gentium, nn. 8 e 13; Unitatis redintegratio, nn. 2 e 4, etc.). Tal unidade subsiste, segundo a nossa convicção, na Igreja católica sem possibilidade de ser perdida (cf. Unitatis redintegratio, n. 4); de facto, a Igreja não desapareceu totalmente do mundo. Contudo, esta unidade não significa aquilo a que se poderia chamar ecumenismo de volta: isto é, renegar e recusar a própria história da fé. Absolutamente não! (Discurso por ocasião do Encontro Ecumênico no Palácio Episcopal de Colônia, 19 de agosto de 2005)

Ou seja: não é do interesse nem de Francisco e nem de Bento XVI converter os hereges. A própria noção herética de eclesiologia do Vaticano II endossa essa falta de intenção de converter os hereges e cismáticos uma vez que se encontra meios de salvação ou mesmo de santificação nas seitas heréticas, que agora se chamam comunidades eclesiais ou comunidades separadas ou que as seitas orientais cismáticas são verdadeiras igrejas.  Razão por que a Igreja de Cristo não é mais a Igreja Católica, não se identifica com Ela, mas somente subsiste, ainda que seja a unidade integral. Repare que o modernismo herético de Ratzinger o impede de dizer com total convicção. Ele se limita a dizer “segundo a nossa convicção”. Mas, graças ao Bom Deus, o tesouro acumulado do Magistério nos dá o ensinamento católico sobre o ecumenismo. Comecemos com o Papa Pio IX[*]:

Quem, pois, fixa sua atenção e reflete sobre a situação das diversas sociedades religiosas, em discórdia entre si e separadas da Igreja Católica – a qual sem interrupção, desde a época do Cristo Senhor e dos seus Apóstolos, através dos legítimos Pastores sempre exerceu, e ainda exerce, o poder divino conferido a ela pelo próprio Senhor -, deve facilmente convencer-se de que em nenhuma dessas sociedades, ou mesmo nelas em conjunto, pode ser reconhecido de qualquer maneira aquela única Igreja Católica que o Cristo Senhor edificou, estabeleceu e quis que existisse. Nem pode ser dito que elas são membros e partes dessa Igreja enquanto permanecem visivelmente separadas da unidade católica.

Sua Santidade Pio XII escreve:

… para definir e descrever esta verdadeira Igreja de Cristo – que é a santa, católica, apostólica Igreja romana – nada há mais nobre, nem mais excelente, nem mais divino do que o conceito expresso na denominação “corpo místico de Jesus Cristo”; conceito que imediatamente resulta de quanto nas Sagradas Escrituras e dos santos Padres freqüentemente se ensina (Carta Encíclica Mystici Corporis Christi, n. 13, 29 de junho de 1943).

Aqui fica evidente a traição desses ditos prelados: para esses hereges protestantes que sentam e sentaram no Trono Petrino, a Igreja de Cristo não é a Igreja Católica, e se não é assim, não há necessidade alguma de conversão dos mesmos. Inclusive, é possível que haja nessa máfia modernista do Vaticano II canonizações de protestantes. Bento XVI já sinalizou no mesmo discurso citado acima:

Desejo também eu, neste contexto, recordar o grande pioneiro da unidade, Padre Roger Schutz, que foi assassinado de maneira tão trágica. Conhecia-o pessoalmente desde há muito tempo, e mantinha com ele uma relação pessoal de amizade. Visitou-me com frequência e, como já disse em Roma, no dia da sua morte recebi uma carta sua que me permaneceu no coração porque, nela, realçava a sua adesão ao meu caminho e anunciava desejar visitar-me. Agora visita-nos do alto e fala-nos. Penso que deveríamos ouvi-lo, ouvir a partir de dentro o seu ecumenismo vivido espiritualmente e deixar-nos conduzir pelo seu testemunho de um ecumenismo interiorizado e espiritualizado.

Para Bento XVI – que enquanto cardeal deu a comunhão nas mãos do mesmo Roger Schutz, herege público calvinista líder da Comunidade Taizé –, o fato de um herege ser assassinado de forma brutal (que evidentemente condenamos), isso o faz ser salvo e ainda por cima poderia interceder por nós. Isso contradiz totalmente o que a Igreja Católica definiu solenemente com esses termos:

A Igreja crê firmemente, confessa e anuncia que “nenhum dos que estão fora da Igreja católica, não só os pagãos”, mas também os judeus ou hereges e cismáticos, poderá  chegar à vida eterna, mas irão para o fogo eterno “preparado para o diabo e para os seus anjos” [Mt 25,41], se antes da morte não tiverem sido a ela reunidos; <ela crê> tão importante a unidade do corpo da Igreja, que só para aqueles que nela perseveram os sacramentos da Igreja trazem a salvação e os jejuns, as outras obras de piedade e os exercícios da milícia cristã podem obter o prêmio eterno. “Nenhum, por mais esmolas que tenha dado, e mesmo que tenha derramado o sangue pelo nome de Cristo, poderá ser salvo se não permanecer no seio e na unidade da Igreja Católica” (S.S. EUGÊNIO IV, Concílio de Florença, bula Cantate Domino, 4 de fevereiro de 1442, D.-H. 1351).

Ou seja, mesmo que um herege derrame o seu sangue pelo nome de Cristo, ele não se salva sem a intenção de se tornar católico. Há quem diga que ele tenha se convertido, mas não é o que se diz. O próprio irmão de Roger Schutz, Alois, disse quando perguntado numa entrevista feita ao jornal La Croix e publicado no Le Monde quando perguntaram se Roger se converteu (disponível no próprio site da Comunidade Taizé AQUI):

Não. O irmão Roger nunca se “converteu” formalmente ao catolicismo. Se tivesse, teria dito isso; pois jamais escondeu nada sobre o caminho que estava seguindo. Durante todo o seu livro, muitas vezes escrito como um diário, ele explicou durante a jornada o que estava descobrindo e o que estava vivendo.

Isso confirma um sacrilégio por parte do então Cardeal Ratzinger ao dar uma comunhão a um herege público. Porém, os escândalos não param por aí.

ATENTADO CONTRA OS SACRAMENTOS FORMALIZADOS

Que Ratzinger tenha dado comunhão nas mãos imundas de um herege seja um escândalo, ninguém deve negar, mas isso não é algo meramente acidental. Isso já era ensaiado pelo próprio Código de Direito Canônico modernista de 1983, no cânon 844 § 4 ensina o seguinte:

Se existir perigo de morte ou, a juízo do Bispo diocesano ou da Conferência episcopal, urgir outra necessidade grave, os ministros católicos administram licitamente os mesmos sacramentos também aos outros cristãos que não estão em plena comunhão com a Igreja católica, que não possam recorrer a um ministro da sua comunidade e o peçam espontaneamente, contanto que manifestem a fé católica acerca dos mesmos sacramentos e estejam devidamente dispostos.

Quem deu a comunhão foi um cardeal que na época era o número dois da hierarquia. Poderíamos dizer que ele errou? Parece que ele foi coerente porque seguiu o seu juízo. Francisco vai deixar as coisas mais flexíveis no aspecto mais moral. Após a publicação da carta de exortação Amoris Laetitia, um grupo de bispos argentinos de Buenos Aires redigiram as suas aplicações do capítulo VIII desse documento, dentre os quais podemos ler o seguinte:

5) Quando as circunstâncias concretas de um parente se torna viável, especialmente quando ambos sejam cristãos com um caminho de fé, se pode propor o empenho de viver em continênciaAmoris Laetitia não ignora as dificuldades desta opção e deixa aberta a possibilidade de ter acesso ao Sacramento da Reconciliação quando esse propósito falha.

6) Em outras circunstâncias mais complexas, e quando uma declaração de nulidade não pôde ser obtida, a opção acima mencionada pode não ser viável de fato. No entanto, um caminho de discernimento também é possível. Se se reconhece que, em um caso específico, existem limitações que mitigam a responsabilidade e a culpa, particularmente quando uma pessoa considera que cairia em uma culpa ulterior lesando os filhos da nova união, Amoris Laetitia abre a possibilidade de acesso aos sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia. Estes, por sua vez, preparam a pessoa para continuar amadurecendo e crescendo com a força da graça.

O texto redigido chegou ao conhecimento de Francisco, que deu a seguinte resposta:

O escrito é muito bom e expressa muito bem o sentido do capítulo VIII de Amoris Laetitia. Não há outras interpretações. E estou seguro que fará muito bem. Que o Senhor vos retribua este esforço de caridade pastoral (Carta aos Bispos da Região Pastoral de Buenos Aires em resposta ao documento “Critérios Básicos para Aplicação do Capítulo VIII de Amoris Laetitia, 5 de setembro de 2016).

Dessa forma, impiamente Francisco deu carta branca para que se cometa sacrilégios contra três sacramentos numa única tacada: Matrimônio, Penitência e Eucaristia. Matrimônio porque a indissolubilidade perdeu completamente a sua importância nesse caso. Penitência porque é evidente que quem vive em tais condições não possuem o propósito de emenda, a coabitação é pecado mortal pelo simples fato de ser uma ocasião de pecado grave. Eucaristia porque as pessoas que comungam nesse estado de pecado mortal habitual é sacrilégio. E detalhe: isso foi registrado nas Atas da Sé Apostólica (Acta Apostolicae Sedis CVIII, 10, pp. 1071-1076). O que significa que essa abominação a partir dessa publicação faz parte do ensinamento magisterial dessa falsa Igreja.

Mas não é a primeira vez que Francisco ataca o Sacramento do Matrimônio. Numa outra ocasião anterior, Francisco solta a seguinte pérola:

A crise do matrimónio acontece porque não se sabe o que é o sacramento, a beleza do sacramento: não se sabe que é indissolúvel, não se sabe que é para toda a vida. É difícil. Outra minha experiência em Buenos Aires: os párocos, quando faziam os cursos de preparação, havia sempre 12-13 casais, não mais, nunca chegavam a 30 pessoas. A primeira pergunta que eu fazia era: «Quantos de vós convivem?». A maioria levantava a mão. Preferem conviver, e este é um desafio, exige trabalho. Não dizer imediatamente: «Por que não te casas na igreja?». Não. Acompanhá-los: esperar e fazer maturar. E fazer maturar a fidelidade. Nas aldeias da Argentina, na zona do Nordeste, há uma superstição: quando os noivos têm um filho, convivem. Nas zonas rurais isto acontece. Depois, quando o filho tem que ir para a escola, fazem o matrimónio civil. E depois, como avós, fazem o matrimónio religioso. É a superstição, porque dizem que fazê-lo imediatamente religioso assusta o marido! Temos que lutar também contra estas superstições. Contudo digo-vos que vi deveras tanta fidelidade nestas convivências, tanta fidelidade; e estou certo de que este é um matrimónio verdadeiro, têm a graça do matrimónio, precisamente pela sua fidelidade (Discurso na abertura do Congresso Eclesial da Diocese de Roma, 16 de junho de 2016).

Tal declaração praticamente elimina a necessidade do Sacramento do Matrimônio. Veja que para Francisco basta à fidelidade para que essa condição de amasia e fornicação garanta as mesmas graças de um verdadeiro Matrimônio. Uma declaração errônea, ímpia, diabólica, escandalosa e com apelo ao sentimentalismo.

Diante de tudo isso, não tem o que discutir. Francisco atenta contra a mais básica moral que qualquer neófito deve saber. Tais afirmações mostram que ele não possui autoridade e sequer competência para ser um simples catequista, nem sequer no ambiente novus ordo. Muito menos o Vigário de Cristo.


* Carta Encíclica Iam vos omnes, 13 de setembro de 1868. Também vale muito a pena citar Pio XII, que escreveu o seguinte: «De fato, ele [São Cirilo de Alexandria] bem sabia que não basta aceitar de boa mente os antigos documentos do magistério eclesiástico, mas que é também necessário abraçar com ânimo submisso e fiel tudo aquilo que a Igreja, com a força de sua autoridade suprema, nos manda crer. E mais: que nem sob pretexto de alimentar a concórdia é lícito dissimular um dogma sequer; com efeito, como adverte o patriarca de Alexandria, “desejar a paz é o maior e principal bem… mas por este motivo não se pode desprezar a virtude de piedade para com Cristo”. Pelo que, não conduz à suspirada volta dos filhos errantes à fé legítima e reta em Cristo, aquele caminho e método que propõe apenas os pontos de doutrina em que combinam todas ou pelo menos a maior parte das comunidades que ostentam o nome cristão; mas antes aquele que põe como fundamento da concórdia e consenso dos fiéis cristãos, todas e íntegras, as verdades divinamente reveladas (Carta Encíclica Orientalis Ecclesiae, 9 de abril de 1944).

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